Cadeira de rodas (imagem ilustrativa). Créditos: Pixabay

A Biblioteca Municipal José Cardoso Pires vai receber, na tarde de 17 de novembro, uma sessão de esclarecimento para cuidadores informais, numa iniciativa organizada pela equipa do CLDS 4G, em parceria com o Município de Vila de Rei.

“Apoiar os cuidadores é fundamental para possibilitar o envelhecimento na comunidade, promovendo a permanência dos seniores e/ou pessoas em situação de dependência no seu meio natural de vida, com qualidade e conforto, retardando ou evitando a sua institucionalização”, refere a organização, em nota de imprensa. Neste sentido, acrescenta, pretende-se a dinamização de duas sessões informativas direcionadas aos cuidadores informais por forma a facultar-lhes ferramentas que os auxiliem no seu dia a dia enquanto prestadores de cuidados e enquanto pessoas que também têm de ser cuidadas.

A primeira será dinamizada pela presidente da Associação Unidade de Apoio ao Cuidador Informal de Castelo Branco, Palmira Martins, onde serão abordados temas relacionados com o Estatuto do Cuidador Informal, diligências que se devem realizar e que serviços devem e podem solicitar/contratar para acolher um dependente salvaguardando o bem-estar do cuidador.

A segunda sessão será dinamizada por Marisa Ventura, terapeuta ocupacional a exercer funções no Lar Nossa Senhora da Graça, em Milreu, na qual se pretende facultar conhecimentos práticos que auxiliem e facilitem os cuidadores nos cuidados prestados. Serão abordados temas como cuidados a ter na alimentação, na higiene, nas transferências e posicionamentos e na deambulação. Serão também dadas algumas dicas de como tornar a casa mais segura para evitar quedas, de como agir em situação de queda e de como estimular a pessoa dependente no exercício das suas atividades diárias.

As inscrições para a sessão são obrigatórias e devem ser realizadas através do número 274 898 397 ou 966 039 780.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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