A Direção-Geral do Património Cultural iniciou o processo para fusão e ampliação da classificação da «Igreja da Misericórdia de Abrantes, incluindo seis tábuas de pintura quinhentista e demais recheio», da «Sala do Definitório da Misericórdia de Abrantes» e do «Conjunto constituído pelo pequeno claustro, incluindo a cisterna com a ferragem, a fachada do Definitório da Misericórdia e a sacristia onde está o lavabo».

Estes imóveis já estão classificados separadamente desde 1977 como imóveis de interesse público mas agora passam a estar agrupados passando a ser designados na lista do património classificado como «Igreja da Misericórdia de Abrantes, pátio do Definitório, Casa do Despacho e claustro anexo, incluindo o património integrado».

Outra alteração tem a ver com a área de proteção dos imóveis que é alargada em mais 50 metros.

O anúncio desta alteração foi publicado na 2.ª Série do Diário da República, de 23 de setembro,

Até 17 de outubro decorre o prazo para apresentação de reclamações e até 8 de novembro para apresentação de recursos.

Os proprietários abrangidos e outros interessados podem consultar o processo no site da Direção -Geral do Património Cultural (www.patrimoniocultural.pt) e no site da Câmara Municipal de Abrantes (www.cm -abrantes.pt).

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Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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