Cineteatro de Constância (Foto: DR)

A reabertura do Cineteatro Municipal de Constância já tem data marcada: sexta-feira, dia 22 de julho, pelas 18h00. O investimento na requalificação do equipamento rondou os 150 mil euros.

O processo de justificação (usucapião), que permitiu ao Município de Constância avançar com uma candidatura para a reabilitação do edifício, ficou concluído em 2018. Apesar de estar a funcionar como Cineteatro Municipal desde o início dos anos 1990, o edifício não estava registado até então em nome do Município.

A obra que agora se realizou teve um orçamento na ordem dos 150 mil euros, e as intervenções centraram-se não só na requalificação como na modernização, incluindo “caixilharias, tetos falsos, chão e cadeiras, alcatifas, sanitários para pessoas portadoras de deficiência, sonorização e pintura interior e exterior”.

Em termos internos e funcionais, pretendeu-se “dar cumprimento à legislação em vigor respeitante às acessibilidades e demais melhoramentos relativos à segurança contra incêndios em edifícios, controlo acústico, revestimentos e requalificação espacial das áreas de apoio ao palco e acesso do público”, esclareceu o autarca na altura da publicação do concurso em Diário da República.

Com capacidade para cerca de 100 pessoas, e depois desta requalificação, o Cineteatro Municipal de Constância vai “permitir rentabilizar e colocar o equipamento ao serviço da comunidade, na sua plenitude, com atividades que vão do cinema ao teatro e aos concertos”, adiantou Sérgio Oliveira.

A obra teve um prazo de execução de 180 dias, envolvendo um valor financeiro comparticipado a 85% por fundos comunitários – através do programa Centro 2020 –, sendo os restantes 15% da responsabilidade de fundos próprios do município.

Após a reabertura, pelas 21h30, será exibido o filme “Por Quem os Sinos Tocam”, de Pedro Ramalho Marques.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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