Cineteatro de Alcanena recebe "Guião para um país possível". Foto: DR

O espetáculo de teatro “Guião para um país possível”, de Sara Barros Leitão, chega esta sexta-feira, 11 de outubro, às 21h30, ao palco do Cine-Teatro São Pedro em Alcanena, numa parceria com o Teatro Nacional D. Maria II.

Trata-se de “um espetáculo criado a partir dos registos do parlamento português, para contar os últimos cinquenta anos da nossa democracia. No parlamento, entre as bancadas dos deputados e a tribuna com membros do Governo, existe, exatamente a meio da sala, uma secretária sem nada à volta onde trabalham dois funcionários que têm a missão de transcrever tudo o que ali é dito. Através dos seus dedos, registam-se os discursos, as intervenções, os apartes, as insubordinações e até os gestos. São centenas de milhares de páginas que registam debates, assembleias constituintes, votações, avanços e recuos nos direitos sociais, laborais e humanos, e que servem de base a esta criação”, pode ler-se na sinopse da obra.

Com dramaturgia e encenação de Sara Barros Leitão e produção da estrutura artística Cassandra, o espetáculo é interpretado por João Melo e Margarida Carvalho.

Em 2023, no âmbito do programa de arte participativa Atos, desenvolvido pelo Teatro Nacional D. Maria II e pela Fundação Calouste Gulbenkian, a Cassandra apresentou o projeto artístico participativo “Parlapatório”, em Alcanena e Miranda do Corvo. A presença nestes municípios alimentou a criação de “Guião para um país possível”, espetáculo que agora se apresenta a estas comunidades, numa parceria com o Teatro Nacional D. Maria II.

A entrada, para maiores de 12 anos, tem o custo de 3 euros.

Bilheteira: 939 091 303
Horário: de terça a sexta das 16h00 às 19h00

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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