Fotografia: mediotejo.net

Teve lugar esta terça-feira, dia dia 26 de Janeiro, na sala de reuniões da CIMT – Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, a tomada de posse dos novos Órgãos Sociais da ADIRN – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte, para o Triénio 2016-2018, e que contou com a participação dos associados da ADIRN.

Estes Órgãos Sociais foram eleitos no passado mês de dezembro de 2015, com a seguinte constituição:

ASSEMBLEIA-GERAL

Presidente – Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Ribatejo Norte e Tramagal (Representada por Arnaldo Filipe Rodrigues dos Santos)

Vice-Presidente – Instituto Politécnico de Tomar (Representado por Miguel Pinto dos Santos)

Secretário – JAGRO – Junta de Agricultores de Rega do Olival (Representada por Manuel de Sousa Henriques)

 

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente – Município de Torres Novas (Representado por Pedro Paulo Ramos Ferreira)

Vice-Presidente – Município de Ourém (Representado por Nazareno do Carmo)

Vogal – Município de Alcanena (Representado por Fernanda Maria Pereira Asseiceira)

Vogal – Município de Ferreira do Zêzere (Representado por Paulo Jorge Alcobia das Neves)

Vogal – Município de Tomar (Representado por Anabela Freitas)

Vogal – Município de Vila Nova da Barquinha (Representado por Fernando Santos Freire)

Vogal – CRIFZ – Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere (Representado por Manuel da Silva António)

 

CONSELHO FISCAL

Presidente – CRIT – Centro de Reabilitação e Integração Torrejano (Representado por Pedro Manuel Lopes Santos)

Vice-Presidente – ACISO – Associação Empresarial Ourém-Fátima (Representada por Silvia Catarina Pereira Eugénio)

Vogal – AGROTEJO – União Agricola do Norte Vale do Tejo (Representada por Mário Antunes)

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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