Miguel Pombeiro e Anabela Freitas, 1º secretário executivo e presidente da CIM do Médio Tejo, respetivamente. Foto arquivo: mediotejo.net

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIM Médio Tejo) terminou o ano 2022 com uma taxa de compromisso de 105%, ao nível dos fundos europeus. As operações aprovadas para a região superaram a dotação de fundo disponível para o período de programação comunitária referente ao Portugal 2020, anunciou a CIM.

Em nota de imprensa, a CIM Médio Tejo, presidida por Anabela Freitas, igualmente presidente da Câmara de Tomar, dá ainda conta que o ano de 2022 foi também caracterizado por ter atingido o segundo lugar na execução, com uma taxa de 71% no total da região Centro.

Na nota informativa, é ainda realçada a “superação da CIM Médio Tejo no que diz respeito às metas de execução para 2022”, do Programa Operacional do Centro 2020 (Centro 2020), definidas para cada uma das regiões, tendo a CIM Médio Tejo, como meta de execução, no global, nove milhões de euros até ao ano de 2022.

Neste sentido, acrescenta, a CIM Médio Tejo “ocupou o primeiro lugar no total das CIM’s do CENTRO 2020, ao nível da execução do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) , dado que ultrapassou a mesma, atingindo uma taxa de execução de 150,2%. Ao nível do Fundo Social Europeu (FSE) alcançou uma taxa de execução das metas de 58,3%, representando, mesmo assim, um desempenho acima da média”, pode ainda ler-se na mesma nota.

“O Centro 2020, no global, terminou o ano de 2022, com uma taxa de execução de 80,4% dos fundos europeus, sendo que o contributo das Comunidades Intermunicipais foi essencial e primordial para esta concretização”, refere, apontando aos objetivos para o ano em curso.

“A CIM Médio Tejo continuará, durante o ano de 2023, ano que termina a execução do Portugal 2020, a desenvolver todos os esforços para a concretização da execução dos projetos aprovados e que são prementes para o desenvolvimento e crescimento económico e social da região, em particular, e de Portugal, como um todo”.

Nesse sentido, concretiza, os projetos aprovados dizem respeito às áreas de modernização administrativa, eficiência energética, combate ao insucesso e abandono escolar, infraestruturas escolares, de saúde e de património natural e cultural, apoio às empresas e ao emprego.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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