A Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) Médio Tejo, com sede em Tomar e que agrega 11 municípios do distrito de Santarém, aprovou, por unanimidade, as contas de 2023 com um saldo de gerência superior a 4,4 milhões de euros (ME), anunciou aquela entidade.
Em comunicado, a CIM do Médio Tejo evidenciou o “resultado líquido financeiro de 2023, tendo sido de 1.1 ME (1.116.106,51€) e com um saldo de gerência de 4.4 ME (4.417.566,53€)”, com um balanço positivo comparativamente ao ano anterior.
Citado na mesma nota, o presidente da CIM Médio Tejo, Manuel Jorge Valamatos, indicou que “o balanço financeiro é positivo”, tendo declarado que, “em 2022, o resultado líquido financeiro tinha sido de 718.310,62€ e o saldo de gerência de 3.6 ME” (3.597.618,54€).
A Assembleia Intermunicipal da CIM do Médio Tejo decorreu no passado dia 8 de abril, na qual foi aprovado, por unanimidade, o Relatório de Gestão 2023.
“Em comparativo ao ano de 2022, a taxa de execução global da receita ascendeu a 88%”, pode ler-se na mesma nota relativa à aprovação do Relatório de Gestão 2023.
Segundo a CIM Médio Tejo, o programa de atividades de 2023 “teve como orientação o estabelecido nas Opções do Plano e Orçamento”, num ano que foi de “conclusão de um ciclo”, e o “último ano de execução do Quadro Comunitário de Apoio – Portugal 2020”.
Ainda relativamente ao ano passado, segundo a mesma nota, “procedeu-se à conclusão do desenvolvimento dos Projetos Intermunicipais e uma maior operacionalização do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT)” da CIM Médio Tejo.
A sessão da Assembleia Intermunicipal, realizada em Tomar no dia 08 de abril, foi também norteada pela apresentação do Investimento Territorial Integrado (ITI), tendo sido evidenciada a cerimónia de contratualização pública, decorrida também naquele dia, entre a CIM Médio Tejo e a Autoridade de Gestão do Programa Regional Centro 2030.
“O ITI consubstancia-se na contratualização de um pacote financeiro que apresenta como valor de fundo 121.6 ME (121.664.089,06€) e significa um conjunto de investimentos e ações a serem executadas dentro do período de programação comunitária Portugal 2030, e que serão dinamizadores do desenvolvimento, coesão e da economia regional”, refere a CIM.
O primeiro secretário executivo da CIM Médio Tejo, Miguel Pombeiro, citado na mesma nota, referiu que, “com este desígnio, pretende a CIM concretizar em pleno os objetivos do Programa Operacional Regional Centro 2030 para este período de programação comunitária 2021-2027”, como também “promover a execução da Estratégia de Desenvolvimento Territorial Estratégico” do Médio Tejo, “assente no desenvolvimento e crescimento económico, social, sustentável da região através de uma governança integrada”.
A CIM Médio Tejo integra os concelhos de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas, e Vila Nova da Barquinha.
