A atividade assistencial nas três unidades hospitalares do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) deu este mês “mais um passo no reforço da humanização dos cuidados de saúde”. É que, desde o dia 1 de setembro, os acompanhantes dos doentes admitidos nas urgências podem ter conhecimento por SMS/mensagem escrita das atualizações do estado de saúde do seu familiar/ente querido, desde o momento da sua admissão na unidade hospitalar, até à sua saída, após alta médica, desde que o solicitem.

A informação a prestar aos acompanhantes dos doentes – ou a outra pessoa significativa que o utente indique, no momento da sua admissão – será enviada por SMS/mensagem escrita para o número de telemóvel indicado.

Nesta fase inicial da implementação desta solução tecnológica automatizada, as informações enviadas, são de caráter administrativo e estarão relacionadas com a admissão no Serviço de Urgência do doente, e do seu encaminhamento para os serviços subsequentes, informa a instituição hospitalar.

Progressivamente este serviço será alargado, através da instalação de uma aplicação, em que os utentes poderão ter acesso a outras funcionalidades, como por exemplo, a obtenção de senha para consulta externa sem necessidade de utilizar o quiosque, ou de ser informado da data de uma consulta.

Nesta fase, as mensagens a enviar contêm informação relativa a cada um dos seguintes momentos no atendimento:

– Admissão na urgência;

– Doente em Triagem;

– Atendimento médico;

– Realização de exames;

– Alta médica.

A humanização da saúde “é uma missão e responsabilidade de todos os profissionais de saúde do CHMT. O Centro Hospitalar passa assim a fazer uso da tecnologia para melhorar a qualidade das relações interpessoais entre a instituição e os acompanhantes dos doentes, oferecendo desta forma um atendimento mais humanizado, digno e solidário”, lê-se na mesma nota de imprensa.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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