Na Chamusca “há falta de pessoas para trabalhar”, reconheceu o presidente da Câmara Municipal, Paulo Queimado (PS) em resposta a uma pergunta colocada pela vereadora Gisela Matias (CDU) a propósito do problema do desemprego no concelho. O autarca deu o exemplo do próprio Município que abriu candidaturas a contratos de emprego de inserção para desempregados e beneficiários do Rendimento Social de Inserção e não conseguiu interessados.
Em reunião de executivo, Paulo Queimado disse que, segundo os dados do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, a taxa de desemprego baixou em relação ao período homólogo do ano passado. “Aliás, é uma dificuldade que temos vindo a sentir com as empresas é a falta de pessoas para trabalhar. Não conseguimos pessoas disponíveis para trabalhar”, deu conta o presidente da Câmara.
Dá o exemplo do próprio Município que abriu candidaturas a contratos de emprego inserção para desempregados e beneficiários do Rendimento Social de Inserção e não conseguiu interessados.
“Estamos com uma dificuldade terrível nomeadamente para contratos de emprego de inserção. Não conseguimos arranjar pessoal”, reiterou o autarca.
Exemplifica com outros setores como as empresas de construção civil que têm “imensos problemas por não conseguirem arranjar mão de obra”. Acrescenta a agricultura e as empresas do Eco-Parque do Relvão onde surgem candidatos para quadros superiores, mas há falta de mão de obra indiferenciada.
A vice-presidente Cláudia Moreira referiu alguns casos de pessoas que se candidatam a contratos de emprego de inserção, “comparecem um dia, mas no dia seguinte metem baixa”. Na sua opinião “os que estão no desemprego é porque não querem mesmo encontrar trabalho”.
