Vila da Chamusca. Por Lusa

As tampas de esgoto ao longo da EN 118 na vila da Chamusca são “um martírio”, reconheceu o próprio presidente da Câmara Municipal, Paulo Queimado, morador naquela artéria. O problema são as tampas de esgoto que não estão devidamente colocadas e vedadas, provocando um barulho irritante cada vez que passa qualquer viatura.

A questão foi levantada pela vereadora Gisela Matias (CDU) na reunião de Câmara do dia 18. A eleita começou por dizer que, depois de ouvir várias reclamações, tomou a iniciativa de fazer o roteiro desde a Casa das Bifanas à entrada da Chamusca até à saída da vila e concluiu: “é uma sinfonia”.

O problema são as tampas de esgoto que não estão devidamente colocadas e vedadas, provocando um barulho irritante cada vez que passa qualquer viatura.

A vereadora questionou o que pode ser feito para pressionar a empresa Águas do Ribatejo a tomar conta da situação, uma vez que é a entidade responsável pelo saneamento.

“Estamos a falar do bem-estar das pessoas e também de uma situação de segurança rodoviária”, sublinhou a autarca da CDU.

O presidente da Câmara revelou que já colocou o problema às Águas do Ribatejo havendo a perspetiva de uma intervenção ao longo da EN 118. Paulo Queimado referiu que o problema não se cinge apenas às tampas, mas também aos aros que as suportam.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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