Com o concelho da Chamusca em risco muito elevado de contágio de Covid-19, segundo as autoridades de saúde, a Câmara Municipal está a avaliar os dados e a evolução da pandemia para decidir quanto à forma de atendimento dos munícipes.
Desde que começou a pandemia, em março do ano passado, os serviços camarários têm funcionado sempre de porta aberta. Mas toda a organização do trabalho foi adaptada com base no plano de contingência, que prevê teletrabalho, desfasamento de horários e equipas em espelho.
Segundo referiu o presidente da Câmara na reunião do Executivo do dia 28, uma das funcionárias administrativas testou positivo para a Covid-19 e não contagiou qualquer colega graças às medidas adotadas.
Perante o aumento de casos de contágios, Paulo Queimado sublinha a necessidade de reforço do teletrabalho.
“Se os números subirem drasticamente” e consoante as medidas a anunciar para a próxima fase do estado de emergência, a Câmara pondera fechar as portas e acabar com o atendimento presencial, mantendo-se o atendimento telefónico ou online, anunciou o autarca na mesma reunião de câmara.
