Foto ilustrativa: Freepik

A Farmácia da Terra.Chamusca, entidade com cerca de uma década de serviço à população local, vai promover uma caminhada solidária no próximo domingo, dia 2 de junho, na vila da Chamusca.

Apoiada pela Câmara Municipal da Chamusca, a iniciativa visa um objetivo duplo: a recolha de bens alimentares para o Banco Alimentar Contra a Fome – Santarém e a sensibilização da comunidade para a importância da atividade física no bem-estar e na qualidade de vida.

Com ponto de encontro junto à Farmácia da Terra.Chamusca e partida marcada para as 10h00, a caminhada vai oferecer duas opções de percurso: uma mais abrangente, com 10 kms de distância, para os participantes interessados numa manhã mais ativa em termos desportivos; e outra mais curta, com um total de 6 kms. Também prevista está a realização de uma sessão de aquecimento. O evento terá uma duração aproximada de duas horas.

De acordo com Salomé Brogueira, diretora técnica da Farmácia da Terra.Chamusca, “esta será uma primeira edição que desejamos muito participada e marcada por bons momentos de confraternização entre os participantes”. Ainda para esta responsável, “conhecemos, acolhemos e servimos a população no dia-a-dia, razão que nos levou a querer ser pioneiros na organização de um evento inclusivo, ligado a uma mensagem positiva e com um cariz social que nos permite devolver um pouco do que recebemos diariamente”.

A participação individual vai poder ser confirmada através de inscrição prévia no link www.farmaciadaterra.pt e pressupõe, como taxa de inscrição, a entrega de um bem alimentar não perecível no dia do evento. Todas as doações reverterão, posteriormente, para famílias sinalizadas da Chamusca.

A primeira Caminhada Solidária Farmácia da Terra.Chamusca está aberta a toda a comunidade. Inscrições até 30 de maio em www.farmaciadaterra.pt, através do email chamusca@farmaciadaterra.pt e do telefone 249 098 975.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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