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ReSense – Memória(s) com Sentido(s) é o projeto piloto que está em marcha no concelho da Chamusca e que se destina a “melhorar a qualidade de vida das pessoas com demência e dos seus cuidadores, através de um modelo de intervenção domiciliário/comunitário e de ferramentas/recursos, que promovam a ocupação, a estimulação e o bem-estar”, refere a autarquia em nota de imprensa. 

A Associação Alzheimer Portugal, Núcleo do Ribatejo, em parceria com o Município da Chamusca, a Associação Tempos Brilhantes, a União de Freguesias da Chamusca e Pinheiro Grande e a Junta de Freguesia da Carregueira, implementaram este projeto piloto e inovador destinado a Pessoas com Demência, Familiares e Cuidadores no concelho da Chamusca, através da criação de uma equipa multidisciplinar, com técnicos da área da fisioterapia, psicologia e serviço social com formação específica e experiência profissional na área das Demências. 

O projeto piloto, designado ReSense – Memória(s) com Sentido(s), vai ser desenvolvido no Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia da Chamusca e no Centro de Apoio Social da Carregueira e conta com a participação ativa da equipa multidisciplinar da Alzheimer Portugal, que realizará uma intervenção semanal com as pessoas com demência destas instituições.

Cláudia Moreira, vice-presidente da Câmara da Chamusca, salienta a “importância da criação de sinergias entre entidades na constituição de respostas inovadoras para problemáticas onde muitas vezes nos deparamos, no terreno, com falta de soluções. As pessoas com demência e os próprios cuidadores necessitam deste tipo de apoio técnico, que possa permitir um acompanhamento mais eficaz e com maior segurança e confiança de que têm as ferramentas certas à disposição”.

“Para além do objetivo de melhorar a qualidade de vida das Pessoas com Demência e dos seus Cuidadores, através de um modelo de intervenção domiciliário/comunitário, com a criação de uma equipa técnica domiciliária que presta apoio nos cuidados de saúde, bem-estar e aconselhamento, o projeto visa tornar acessível materiais de estimulação sensorial e cognitiva, criados a partir da história e costumes das gentes locais. Estes materiais irão ser entregues gratuitamente a pessoas com demência que vivem nas suas casas e às instituições do concelho que se tenham candidatado”, explica a autarquia.

Para tal, o projeto conta com a participação indispensável da Associação Tempos Brilhantes, uma associação sem fins lucrativos, que apoia práticas e projetos que melhoram as oportunidades de enriquecimento curricular, artísticas, inovação social e de educação para todos.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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