Câmara da Chamusca. Foto: DR

Um grupo de agricultores alertou o Município da Chamusca para o aumento de situações de roubos, assaltos e de outras ocorrências suspeitas em zonas agrícolas e florestais do concelho. As autoridades vão reforçar o patrulhamento e a GNR apela a moradores e proprietários que denunciem qualquer ocorrência ou movimentações de pessoas estranhas.

A propósito destas ocorrências, a GNR lançou um apelo aos moradores e proprietários das zonas agrícolas e florestais para que comuniquem sempre às autoridades (através do Posto Territorial da Chamusca 249 769 030) quaisquer movimentações de pessoas e viaturas estranhas e, sempre que existam furtos, ainda que pequenos, que sejam reportados às forças de segurança. “Só desta forma será possível cruzar informação e mobilizar mais meios para o terreno”, apelam.

Perante a denúncia de roubos e assaltos, a Câmara solicitou uma reunião com o Destacamento Territorial da GNR de Torres Novas, com o Posto Territorial da GNR da Chamusca e com as associações representativas dos dois setores, para, em conjunto, encontrarem medidas.

Da reunião realizada a 28 de janeiro ficou o compromisso por parte da GNR de um reforço de patrulhamento nas zonas florestais e agrícolas do concelho.

As associações representativas dos sectores agrícola e florestal comprometeram-se a informar e a sensibilizar os seus associados para a importância de reportar todas estas ocorrências.

Na reunião participaram o presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Paulo Queimado, do vereador em Regime de Permanência, Rui Ferreira, de representantes da GNR – a Comandante do Destacamento Territorial de Torres Novas, Capitão Irina Pinto, e o Comandante do Posto Territorial da Chamusca, Sargento-Ajudante Paulo Petinga – e representantes das associações florestais a agrícolas, com atuação no concelho, nomeadamente a Agrotejo – União Agrícola do Norte do Vale do Tejo, a ACHAR – Associação de Agricultores da Charneca e a APIC- Associação Agrícola da Freguesia de Pinheiro Grande.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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