Câmara Municipal da Chamusca. Créditos: CMC

O Município da Chamusca volta a aplicar em 2025 a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) mais baixa permitida por lei, fixada nos 0,3% para prédios urbanos e nos 0,8% para prédios rústicos. Segundo o executivo municipal, “estas medidas refletem o compromisso do executivo com o apoio às famílias, às pequenas empresas e à dinamização económica local”.

Este ano, o município reforça o IMI Familiar, que também reduz o valor do imposto para agregados com dependentes a cargo, aumentando o valor de redução da seguinte forma: redução de 30 euros para 1 dependente; redução de 70 euros para 2 dependentes; redução de 140 euros para 3 ou mais dependentes. Por exemplo, uma família com dois dependentes que normalmente pagaria 100 euros de IMI, paga agora 30 euros, “garantindo maio equilíbrio orçamental familiar”, acrescenta o executivo.

Entre as medidas de apoio fiscal contam-se também a redução na Taxa de IRS. Em 2025, a taxa de participação variável no IRS é de 1%.

Na Derrama, a taxa normal mantém-se em 1,05% sobre o lucro tributável das empresas, com isenção total para aquelas com um volume de negócios até 150 mil euros no ano anterior.

A Taxa Municipal de Direitos de Passagem (TMDP), é mantida nos 0,25%. E há isenção de IMI para associações locais.

Paulo Queimado é Presidente da Câmara Municipal da Chamusca desde 2013. Foto: mediotejo.net

O presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Paulo Queimado, destaca a importância deste pacote fiscal para a comunidade, referindo que “estas medidas refletem o compromisso do Município em apoiar as famílias e empresas, garantindo qualidade de vida, competitividade económica e coesão social. Queremos que o concelho da Chamusca continue a ser um exemplo de gestão responsável e solidária”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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