O município da Chamusca apoia 160 beneficiários do programa 'Abem: Rede Solidária do Medicamento’. Foto: CMC Credit: CMC

No âmbito do programa ‘Abem: Rede Solidária do Medicamento’, o município da Chamusca atribuiu 153 cartões a beneficiários, o que totaliza um “valor de mais de 44 mil euros”, no apoio à aquisição de medicamentos “a pessoas em situação de vulnerabilidade” financeira e social.

O programa entrou em vigor no concelho em 2017, através de uma parceria com a Associação Dignitude, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), que tem como objetivo o desenvolvimento de programas solidários em vários setores, nomeadamente na saúde. Este apoio visa apoiar as famílias elegíveis na aquisição de medicamentos que sejam prescritos e comparticipados pelo Estado Português.

Segundo informação avançada pelo município da Chamusca, “foram referenciados, até ao dia 31 de dezembro 2023, 153 beneficiários de 80 famílias, totalizando 18.478 embalagens dispensadas”. No concelho da Chamusca existem seis farmácias aderentes a este apoio (que podem ser consultadas aqui).

No final de 2023, o número de beneficiários ativos deste apoio era de 52 pessoas, de um total de 34 agregados familiares.

“O acesso à medicação tem de ser acessível a todos de forma digna, não podemos permitir que haja quem tenha de fazer escolhas, como prescindir da medicação para se poder alimentar. O Cartão Abem permite-nos erradicar essa realidade”, refere Cláudia Moreira, vice-presidente da Câmara Municipal da Chamusca, citada em comunicado.

“Ao juntar-se a esta causa solidária o Município da Chamusca contribui ativamente para o cumprimento dos seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) inscritos na Agenda 2030”, lê-se ainda na referida nota.

Os munícipes interessados em candidatar-se ao programa ‘Abem: Rede Solidária do Medicamento’, devem efetuar o pedido de marcação para o Atendimento Social (junto do Serviço de Atendimento Integrado AI+ do Município), através do número 800 100 116.

Apaixonada pelo mundo do jornalismo, é licenciada em Comunicação Social pelo Instituto Politécnico de Tomar / Escola Superior de Tecnologia de Abrantes. Acredita que "para chegar onde a maioria não chega, é necessário fazer o que a maioria não faz".

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