Momento da assinatura do protocolo entre o Município da Chamusca e a Sociedade Filarmónica "Victória" para a requalificação da sua sede. Foto: CMC

O Município da Chamusca e a Sociedade Filarmónica de Instrução e Recreio Carregueirense (S.F.I.R.C.) “Victória” celebraram um protocolo de colaboração que prevê a requalificação da sede da associação. O apoio financeiro atribuído pelo Município é de 200 mil euros, repartidos entre 2025 e 2026.

A intervenção decorre da necessidade de melhorar as condições do edifício, permitindo o normal funcionamento das atividades desenvolvidas pela associação. O projeto inclui a requalificação de
infraestruturas essenciais, modernização de equipamentos e melhoria da acessibilidade, tornando o espaço mais funcional e adequado às necessidades da comunidade. A obra já se encontra em curso e deverá
estar concluída no último trimestre de 2026.

A Sociedade Filarmónica “Victória” desempenha um papel central na formação de jovens músicos e na dinamização cultural da comunidade. Atualmente, a banda integra 38 músicos, com idades entre os 12 e os 70 anos, e conta com cerca de 300 associados. Além da sua atividade musical, a coletividade desenvolve projetos educativos que promovem a inclusão e o acesso à cultura.

O protocolo foi aprovado em Reunião de Câmara realizada no passado dia 18 de fevereiro e ratificado pela Assembleia Municipal a 26 de fevereiro. A requalificação deste espaço permitirá que a associação amplie a sua oferta formativa e cultural, beneficiando toda a comunidade local e garantindo a continuidade das suas atividades num ambiente renovado e adequado.

Com esta requalificação, a Sociedade Filarmónica “Victória” pretende criar melhores condições para a prática musical e para o desenvolvimento de atividades educativas e culturais, assegurando a transmissão dos valores de partilha, dedicação e cidadania que a caracterizam há quase um século.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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