Grupo de Forcados Amadores da Chamusca. Foto: DR

Sem atividade devido à pandemia e com obras na sede para pagar, o Grupo de Forcados Amadores da Chamusca teve de solicitar à Câmara um adiantamento dos subsídios referentes aos anos 2020, 2021 e 2022, no total de 3 mil euros. Na reunião do Executivo do dia 16 de junho, coube ao vereador Rui Ferreira (PS) explicar o processo, enquadrado no Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo do Município da Chamusca (RACH).

O Grupo de Forcados estava a contar com as verbas que podiam ser angariadas nas atividades tauromáquicas previstas na Semana da Ascensão, cancelada devido à pandemia. Também não tem tido atuações em corridas de toiros, que não estão ainda autorizadas pela Direção Geral de Saúde.

Para as obras de reabilitação da sede, o Grupo estava a contar com o apoio das empresas locais, a maior parte das quais tiveram de fechar portas durante pelo menos dois meses.

A própria sede do Grupo, onde funciona um bar que constitui uma fonte de receita, teve as portas fechadas por determinação governamental no âmbito da Covid-19.

Perante estas circunstâncias que fundamentam o pedido dos Forcados Amadores, a Câmara aprovou o adiantamento dos subsídios.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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