O fadista Rui Tanoeiro lançou o seu primeiro álbum a 1 de dezembro de 2020 na Chamusca. Foto: DR

O fadista Rui Tanoeiro, da Chamusca, é um dos participantes no EDP Tanto Fado, a mais recente iniciativa da EDP na área da música que “visa apoiar e promover o talento nacional”, refere a promotora.

“Rapaz da Camisola Verde” é o tema com que Rui Tanoeiro se apresenta neste concurso cujo vencedor irá editar um álbum com a Sony Music e ainda atuar no palco EDP Fado Café na próxima edição do festival NOS Alive.

O fadista natural da Chamusca tem 33 anos e canta desde 2006. Tem participado em diversas noites de fado na região. Em 2013 editou um livro de poesia intitulado “É este o meu Fado” e o seu sonho é lançar um CD.

“Amo o fado e faço da voz o espelho da minha alma”, diz Rui, apelando ao voto para conseguir passar à próxima fase.

Entre todos os fadistas inscritos serão selecionados 16 candidatos para a semifinal, seis fadistas serão escolhidos através de votação no site do concurso e os restantes 10 serão por escolha direta do júri, tendo em conta a dicção, compasso, interpretação, afinação, melodia e técnica vocal.

Os semifinalistas serão anunciados no dia 2 de dezembro no site do concurso e serão contactados pela organização para preparação da semifinal online.

Dos semifinalistas serão selecionados para a final oito fadistas, um será o mais votado online no site do concurso e os restantes sete fadistas serão selecionados por escolha direta do júri, tendo em conta a dicção, compasso, interpretação, afinação, melodia e técnica vocal.

Os oito finalistas serão anunciados no dia 11 de dezembro no site do concurso e serão contactados pela organização para preparação da final.

A final do concurso terá lugar no dia 20 de dezembro, em Lisboa. O local da final será comunicado aos finalistas. Na final, cada fadista interpretará ao vivo dois temas.

A escolha do fadista vencedor é da responsabilidade do júri do concurso.

 

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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