Durante a apresentação do projeto. Foto: CMC

A Iniciativa de Inovação e Empreendedorismo Social (IIES) Feliz_MENTE, que visa a prevenção e combate da doença mental, no concelho da Chamusca, através de uma intervenção terapêutica, não farmacológica e não evasiva, foi apresentada recentemente no Cineteatro da Chamusca. Trata-se de uma iniciativa do Município da Chamusca e do Centro de Apoio Social Aconchego, com sede em Vale de Cavalos.

O projeto prevê o envolvimento de 110 pessoas e destina-se a indivíduos com mais de 50 anos, residentes nas três Freguesias (Carregueira, Ulme e Vale de Cavalos) e duas Uniões de Freguesias do concelho (União de Freguesias de Chamusca e Pinheiro Grande e União de Freguesias de Parreira e Chouto), que apresentem patologias associadas à saúde mental, nomeadamente perturbações depressivas, abuso do álcool, demências e alterações de memória.

Conforme explica a autarquia, “através de uma intervenção holística do indivíduo para estimulação do corpo e da mente, potenciando estados emocionais e o desenvolvimento cognitivo, esta IIES foca-se na realização de um conjunto de quatro atividades, três delas de intervenção nos aspetos biopsicossociais (Aconchego do Corpo, Aconchego da Mente, Aconchego Social, Relacional e Cognitivo) e uma na monitorização e acompanhamento dos impactos (Monitorização e avaliação do impacto), que visam melhorar em pelo menos 30% a perceção de qualidade de vida e do estado de saúde do indivíduo”.

O projeto Feliz_MENTE resultou de uma candidatura, vencedora, ao instrumento de financiamento Parcerias para o Impacto do Portugal Inovação Social – iniciativa pública, que visa financiar a criação, desenvolvimento ou crescimento de projetos de Iniciativa de Inovação e Empreendedorismo Social (IIES), em formato de cofinanciamento com investidores sociais. O Feliz MENTE é financiado em 70% pela medida Parcerias para o Impacto do Portugal Inovação Social, no âmbito do Portugal 2020, sendo os restantes 30% financiados pelos investidores sociais: Câmara Municipal da Chamusca, SISAV, ECODEAL e RESITEJO.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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