Chamusca de luto com morte de ex-comandante voluntários Manuel Rufino. Foto: DR

Manuel Rufino, ex-comandante dos Bombeiros Voluntários da Chamusca, morreu aos 76 anos, 47 dos quais dedicados à causa pública e à proteção civil. O município emitiu uma nota de pesar pelo falecimento do comandante Manuel Rufino.

“O Município da Chamusca, lamenta profundamente o falecimento do sr. Manuel Rufino, figura incontornável no serviço à causa pública e à proteção civil, ocorrido esta terça-feira, aos 76 anos de idade”, publicou a Câmara da Chamusca, na sua página oficial.

“Ao longo de 47 anos dedicados aos Bombeiros Voluntários da Chamusca, o Sr. Manuel Rufino serviu a sua terra com exemplar dedicação, coragem e humanidade, exercendo funções de Comandante da corporação, papel que assumiu com grande sentido de responsabilidade, competência e espírito de missão”.

“Ao longo do seu percurso exerceu funções como Comandante Operacional de Zona e Coordenador Aéreo, sendo reconhecido como um profissional íntegro, determinado e profundamente respeitado pelos seus pares.

Para além do seu notável percurso operacional, destacou-se também no associativismo, tendo sido vice-presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Chamusca e, mais recentemente, vogal da direção, contribuindo ativamente para o fortalecimento da instituição e o apoio à comunidade.

A memória do Sr. Manuel Rufino ficará ligada a uma vida de entrega ao bem comum, marcada por valores de serviço, altruísmo e solidariedade, que tanto engrandeceram o concelho da Chamusca.

Neste momento de dor, o Município da Chamusca presta a sua mais sentida homenagem à memória de um homem que personificou o verdadeiro espírito do voluntariado e da cidadania ativa.

À sua esposa, filhos, familiares, amigos e à família dos Bombeiros Voluntários da Chamusca, endereçamos as mais sinceras e comovidas condolências, associando-nos ao luto da comunidade e expressando a nossa mais profunda solidariedade”, refere a Câmara da Chamusca, na nota de pesar emitida esta tarde. .

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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