Reunião da Câmara da Chamusca. Foto: mediotejo.net

Não surgiu qualquer empresa concorrente no procedimento lançado em abril pelo Município da Chamusca para a construção do Arquivo Municipal.

É mais um concurso que ficou deserto, à semelhança do que aconteceu com os quatro concursos públicos lançados em outubro para Requalificação Urbana.

De acordo com o anúncio de procedimento publicado no Diário da República do dia 21 de abril, o preço base da obra do arquivo era de 997.294.54 euros + IVA, valor que os empreiteiros consideram baixo.

Na reunião de câmara do dia 15 de junho, o executivo aprovou rever o preço base e submeter novamente a concurso, processo que vai demorar cerca de dois meses.

Paulo Queimado, Presidente da Câmara, referiu a subida dos preços dos materiais e da mão de obra como fatores para que os empreiteiros não apresentem propostas.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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