Chamusca Celebra Diversidade Global na 10.ª Gala das Nações do FIFCA. Foto: CMC

O Cineteatro da Chamusca acolheu, no passado dia 30 de abril, a 10.ª edição da Gala das Nações, um dos momentos centrais do Festival Internacional de Folclore, Culturas e Artes (FIFCA). Sob o mote “O Mundo Aqui Tão Perto”, o espetáculo celebrou uma década de existência com uma noite marcada pela fusão de ritmos, cores e energias de diversos cantos do globo.

O evento contou com a presença institucional do Presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Nuno Mira, e dos vereadores Rui Ferreira e Lisete Fidalgo. Em palco, a diversidade foi a protagonista: desde a expressividade da América Latina à elegância europeia, passando pela intensidade de África e o simbolismo da Ásia.

Entre as nações representadas estiveram o México, Itália, Lituânia, Polónia, Equador, Guiné, Índia, Eslováquia e Argentina, tendo Portugal sido representado pelo anfitrião Rancho Folclórico Etnográfico e Infantil da Carregueira (RFEIC).

Nesta edição de 2026, a passagem da comitiva da Argentina pela Chamusca foi além do espetáculo. O grupo promoveu o contacto direto com a população local através de visitas a escolas, IPSS e universidades seniores, sublinhando a dimensão social e inclusiva do festival ao unir diferentes gerações em torno da partilha cultural.

Uma das grandes atrações desta edição é a exposição “Trajes do Mundo, Culturas e Tradições”, uma mostra que valoriza a diversidade através da riqueza indumentária de várias regiões de Portugal e de diversos países.

O público poderá visitar esta coleção no Instituto do Vinho e da Vinha (IVV), em Almeirim, até ao dia 11 de maio, sendo que a partir de 9 de maio a exposição estará também patente na Biblioteca da Chamusca.

Sob o mote “O Mundo Aqui Tão Perto”, a edição de 2026 do FIFCA resulta de uma parceria estratégica entre seis municípios da região – Almeirim, Alenquer, Alpiarça, Chamusca, Cartaxo e Coruche – que, em conjunto, uniram esforços para transformar o território num verdadeiro e dinâmico mosaico cultural.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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