Cemitério da Chamusca. Foto: DR

Os dois únicos candidatos a coveiro, no concurso lançado pela câmara da Chamusca, desistiram antes da entrevista profissional de seleção. O processo começou em outubro do ano passado quando a autarquia lançou um procedimento concursal para um trabalhador em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo (12 meses) para a categoria de Coveiro.

Apresentaram candidaturas três homens, um dos quais foi logo excluído por não possuir a escolaridade mínima obrigatória aferida de acordo com a data de nascimento. Na fase de avaliação curricular, os dois candidatos admitidos obtiveram a mesma classificação, 11,6. Mas à entrevista profissional de seleção já não chegaram a comparecer, desistindo da candidatura. Desta forma o concurso ficou deserto.

A remuneração base mensal de um coveiro em início de carreira é de 645,07 euros.

Segundo o anúncio do concurso, as suas funções são “de natureza executiva, de caráter manual ou mecânico, enquadradas em diretivas gerais bem definidas e com graus de complexidade variáveis”.

Tem como funções específicas, “entre outras atividades análogas, proceder à abertura e aterro de sepulturas, ao depósito e levantamento dos restos mortais. Abre a sepultura aquando da exumação e assegura-se de que o cadáver está totalmente decomposto. Colabora nos pequenos trabalhos de reparação e de pintura dos cemitérios. Cuida e mantém o bom estado de limpeza e conservação do espaço interior do cemitério”.

É intenção da autarquia lançar novo procedimento concursal para admissão de um coveiro.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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