Pavilhão dos bombeiros teve de ser adaptado para as novas funções. Foto: mediotejo.net

Até dia 30 de junho foram administradas 8453 doses de vacinas contra a Covid-19 no concelho da Chamusca, revelou o presidente da Câmara na sessão da Assembleia Municipal realizada naquele dia no cineteatro. O número não inclui as vacinas administradas nos lares no concelho.

A campanha de vacinação começou em fevereiro, primeiro no centro de saúde e depois no pavilhão dos bombeiros. O mês que registou maior número de inoculações foi junho, com 1922 primeiras doses e 1318 segundas doses.

Paulo Queimado (PS) deu conta de um problema com que a equipa de vacinação está a debater-se que é a dificuldade em contactar com algumas pessoas para serem vacinadas. Falta contactar mais de 500 pessoas com mais de 40 anos, “o que é preocupante”, referiu o autarca, que realça o “trabalho hercúleo” que está a ser feito com as juntas de freguesia e a “task force”.

Outro problema que exigiu uma “operação relâmpago” foi o das temperaturas bastante elevadas que se registavam no pavilhão dos bombeiros, ao ponto de haver pessoas a sentirem-se mal.

A Câmara viu-se forçada a contratar uma empresa para instalação de ar condicionado no pavilhão, de modo a fazer baixar a temperatura. Representa um investimento de 3.500 euros por mês, o preço mais baixo que a autarquia conseguiu no mercado.

Conta-se que a campanha de vacinação esteja concluída dentro de dois a três meses.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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