Fátima Moura tinha 51 anos. Foto: DR

Maria de Fátima Gomes Ferreira Moura, professora no Agrupamento de Escolas da Chamusca e ex-presidente da CPCJ – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, morreu no dia 14 de janeiro, aos 51 anos, vítima de doença prolongada.

Na reunião de executivo do dia 25, por proposta da vice-presidente da autarquia, foi aprovado um voto de pesar pelo falecimento prematuro de “uma excelente amiga e professora”.

“A perda de uma vida é sempre uma dor profunda que se instala para os mais próximos sobretudo quando uma malfadada doença nos priva, de forma brusca e prematura, de quem dedicou parte da sua vida ao serviço de uma missão ao serviço da comunidade, deixando uma pegada gravada no caminho para o mundo melhor”, começou por afirmar Cláudia Moreira.

Fátima Moura integrou a CPCJ desde 2006 tendo exercido as funções de representante do Ministério da Educação até 2012 e retomando em 2013 até 2020, cessando por motivos de saúde. Foi eleita presidente da CPCJ em 2018, cargo que exerceu até à data da sua saída, Foi também secretária da CPCJ e ao longo dos anos representou a CPCJ nos encontros nacionais promovidos pela Comissão Nacional dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens.

A autarca realçou o facto de, com todas as equipas com quem se cruzou, Fátima Moura ter mantido “uma relação cúmplice de amizade e carinho e por certo não será esquecido o seu sentido companheirismo e a dedicação a uma causa a que dedicou aos meus seus últimos anos”.

O executivo apresentou “as mais sinceras condolências e profundo pesar a toda a família, bem como aos colegas do Agrupamento de Escolas da Chamusca, da CPCJ do Município da Chamusca e aos demais que foram tocados pelo caminho breve mas pleno de humanismo e amor ao próximo da professora Fátima Moura”.

Foi sepultada no dia 14 no cemitério da Chamusca, depois de missa de corpo presente na igreja matriz. 

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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