Município da Chamusca volta a associar-se ao "Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância e na Juventude". Créditos: CMC

À semelhança dos anos anteriores, o município da Chamusca volta a associar-se ao “Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância e na Juventude”, que se assinala em abril, a nível internacional. O conjunto de iniciativas termina a 30 de abril (11h30) com a formação de um laço humano intergeracional em todas as escolas e jardins de infância do concelho.

Neste âmbito, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens da Chamusca (CPCJ) em parceria com o Município da Chamusca, o Agrupamento de Escolas da Chamusca, a Associação de Encarregados de Educação da Chamusca e as Universidades Sénior do Concelho, dinamiza uma série de atividades, com o objetivo de sensibilizar a comunidade chamusquense para a prevenção dos maus-tratos na infância, bem como para a promoção dos direitos das crianças e jovens.

Das iniciativas programadas alusivas ao tema, destaque para: a elaboração de laços, de lapela, pelas Universidades Sénior do Concelho, que serão entregues às crianças do 1º Ciclo e Jardins de Infância, com o objetivo de os distribuir junto da comunidade chamusquense, alertando e sensibilizando a comunidade para a existência desta problemática. Sessões de prevenção sobre “Maus-Tratos na Infância e na Juventude”, dinamizadas pela CPCJ em parceria com as Universidades Sénior do Concelho. Decoração e iluminação de “Laços”, por todas as crianças do 1º Ciclo, Jardins de Infância e Creche do Concelho da Chamusca.

Estes laços serão oferecidos às entidades com competência em matéria de infância e juventude, como forma de sensibilização para a importância do seu papel na prevenção dos Maus-Tratos na infância e juventude, entre as quais a Câmara Municipal, CPCJ, Bombeiros Voluntários, Guarda Nacional Republicana, Centro de Saúde, IPSS, Junta de Freguesia, Biblioteca Municipal e Escolas.

Este conjunto de iniciativas termina a 30 de abril (11h30) com a formação de um laço humano intergeracional em todas as escolas e jardins de infância do Concelho da Chamusca.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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