Aspeto dos trabalhos na vila da Chamusca. Foto: AR

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo, da qual o município da Chamusca faz parte, está a construir uma nova Estação Elevatória de Águas Residuais (EEAR), no Parque Fluvial do Porto do Carvão, junto ao rio Tejo.

A empreitada, no valor de 433 mil euros, inclui um novo emissário e rede para a drenagem das águas residuais até à ETAR da Chamusca na entrada sul da vila, onde será feito o tratamento antes da devolução ao rio, obras que devem ficar concluídas até ao final do Verão.

O objetivo deste investimento de quase meio milhão de euros, financiado pelo Fundo de Coesão da União Europeia ao abrigo do POSEUR PORTUGAL 2020, é “garantir o tratamento eficaz e seguro das águas residuais provenientes da Zona Industrial, da Zona Norte da vila e da rua do Rone”, explica a empresa.

As obras incidem na zona do parque fluvial, Rua do Porto do Carvão, Travessa do Porto do Carvão, Avenida Dr. Izidro dos Reis, Rua Engenheiro José Belard Fonseca, Rua Nova das Hortas e Rua Anselmo de Andrade.

A nova estação terá um horizonte temporal de 30 anos para a construção e 15 anos para os equipamentos. A infraestrutura que será enquadrada numa zona de lazer, com os devidos cuidados para minimizar impactos, está preparada para servir uma população de 3.360 habitantes.  A fossa séptica existente no Porto do Carvão será desativada.

Após o tratamento das águas residuais na ETAR da Chamusca, as águas limpas serão devolvidas ao Rio Tejo.

O projeto de execução é da Engidro-Estudos de Engenharia L.da e a obra está a ser construída pela Tecnorem -Engenharia e Construções Lda.

Segundo a empresa, este é mais um investimento para melhorar a qualidade e segurança do saneamento no concelho da Chamusca onde a Águas do Ribatejo já investiu cerca de 10 milhões de euros desde 2010.

Com estes investimentos realizados de acordo com as necessidades partilhadas com a Câmara Municipal Chamusca, Juntas de Freguesia, entidades e populações, a Águas do Ribatejo garante que deu “um contributo para a proteção da biodiversidade existente na Bacia Hidrográfica do Tejo e ecossistemas envolventes”.

A nova ETAR. Foto: AR

 

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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