César Mourão leva "Terra Nossa" ao Entroncamento com espetáculo de improviso. Foto: DR

O programa “Terra Nossa”, apresentado por César Mourão na SIC, passa esta quinta-feira, 23 de julho, pelo Entroncamento, onde o humorista sobe ao palco do Cineteatro São João para um espetáculo de improviso inspirado nas histórias e personagens da cidade.

A iniciativa resulta de uma parceria entre a SIC, a Coral Europa e o município do Entroncamento e terá início às 20:30, com entrada gratuita, embora sujeita à lotação da sala e ao levantamento obrigatório de bilhete no próprio dia, a partir das 17:00.

Antes do espetáculo, César Mourão irá percorrer as ruas da cidade para conhecer algumas das figuras e histórias mais curiosas do Entroncamento, que servirão de base à atuação apresentada nessa noite perante uma plateia composta pelos próprios protagonistas e pelo público em geral.

Segundo a organização, o espetáculo será “único e exclusivo”, assente na improvisação, uma das imagens de marca do humorista.

Estreado em 2018, “Terra Nossa” percorre localidades portuguesas para descobrir as suas personagens, tradições e histórias mais peculiares, transformando esse contacto num espetáculo de humor construído em poucas horas e apresentado perante a comunidade local.

Nas temporadas mais recentes, o programa passou a centrar-se na identidade das localidades visitadas e nas suas gentes, celebrando a portugalidade através de histórias reais contadas em palco.

O levantamento de bilhetes decorre na bilheteira do Cineteatro São João a partir das 17:00, estando limitado a dois ingressos por pessoa e à capacidade da sala. A abertura de portas está prevista para as 20:00, não sendo permitida a entrada após o início do espetáculo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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