Cinema a 12 de março em Sardoal exibe o filme "Ainda estou aqui"

O Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, dedica o mês de março ao cinema, com um programa de sessões que celebrarão duas décadas de exibição cinematográfica neste espaço, após um interregno de 28 anos, entre 1977 e 2005. No dia 5 de março foi exibido o filme “A História de Souleymane”, do realizador Boris Lojkine, com o filme “Ainda estou aqui” a ser exibido esta quarta-feira, dia 12, trocando a ordem inicialmente prevista.

O filme “Ainda Estou Aqui”, que conquistou o Óscar de Melhor Filme Internacional, será exibido na quarta-feira, 12 de março, às 21h30.

“Ainda estou aqui” estava nomeado para os Óscares nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz (Fernanda Torres) e Melhor Filme Internacional, e premiado com o Globo de Ouro de Melhor Atriz (Fernanda Torres), entre outros prémios.

Esta produção cinematográfica tem tido tanto sucesso junto do público como da crítica, tendo sido o filme mais visto no fim de semana de estreia nos cinemas portugueses, com 37.233 espectadores, segundo dados do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA).

No dia 22 de março, pelas 10h00, o Centro Cultural assinala a inauguração da nova Biblioteca Municipal com uma sessão gratuita de cinema de animação, “Robot Dreams”, para toda a família.

A programação incluirá ainda a exibição de dois novos filmes de Hollywood: “Bridget Jones: Louca por Ele” e “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, que estrearam em fevereiro, e que levarão aos ecrãs do Centro Cultural Gil Vicente os mais recentes sucessos do cinema internacional.

No âmbito do protocolo estabelecido entre o Município de Sardoal e o núcleo de cinema Espalhafitas, da Associação Palha d’Abrantes, serão ainda realizada no dia 19 a exibição de “A Semente do Figo Sagrado”, realizado por Mohammad Rasoulof. Estas exibições contam com o financiamento da Direção Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP (Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses).

Os bilhetes para as sessões estão à venda na Ticketline.pt e na bilheteira do Centro Cultural Gil Vicente.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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