Centro Cultural de Montargil celebrou 6º aniversário com programa cultural. Créditos: CMPS

O Centro Cultural de Montargil (Ponte de Sor) comemorou no sábado, 10 de fevereiro, o seu sexto aniversário, com um programa que se estendeu por todo o dia e que abriu com a inauguração da exposição “ Rostos de Sonho”, de João Relvas. Esta infraestrutura está a funcionar desde 2018 nas antigas instalações da Casa do Povo.

Seguiu-se a exibição da curta metragem “ Um Mar só Nosso”, que conta com várias distinções nacionais e internacionais. Trata-se de um filme baseado no conto homónimo do montargilense Prates Miguel, com direção de Rui Carapinha, produção de Graça Pereira, voz de Dora Pires, tradução de Helena de Gubernatis e com Maria Godinho, Artur Custódio, David Lopes e Miguel Godinho nos principais papéis.

Centro Cultural de Montargil celebrou 6º aniversário com programa cultural. Créditos: CMPS

A curta metragem “ Um Mar só Nosso” contou com o apoio dos Municípios de Ponte de Sor e Ansião, e das Juntas de Freguesia de Montargil, Veiros e Santo Amaro.

Centro Cultural de Montargil celebrou 6º aniversário com programa cultural. Créditos: CMPS

As comemorações do sexto aniversário prosseguiram com um concerto de acordeão pelo montargilense Fernando Brites, um dos acordeonistas mais reconhecidos da sua geração tendo alcançado vários prémios como solista e com formações de câmara. À noite foi exibido o filme “Pobres Criaturas”, que tem Emma Stone, Mark Ruffalo e Willen Dafoe nos principais papéis.

Esta infraestrutura, a funcionar desde 2018, nas antigas instalações da Casa do Povo, está dotada de várias salas para acolher atividades de associações locais, um posto de turismo, espaços de leitura e de Internet, uma sala de exposições e uma outra polivalente.

O edifício comporta ainda as instalações da junta de freguesia local, da segurança social e dos correios.

Centro Cultural de Montargil. Créditos: CMPS

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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