Centro Ciência Viva de Constância convida a observar eclipse parcial da Lua pela noite dentro. Foto ilustrativa: DR

O Centro Ciência Viva de Constância vai promover, na madrugada de 28 de agosto uma sessão de observação do céu noturno e do eclipse parcial da Lua, com início à meia-noite e prolongamento pela manhã.

A iniciativa decorre de quinta para sexta-feira, de 27 para 28 de agosto, com a observação do céu noturno a começar às 00:00 e a observação do eclipse parcial da Lua a partir das 02:23, segundo o programa divulgado pelo Centro.

O máximo de ocultação está previsto para as 05:12, terminando a observação programada às 07:07. O fenómeno poderá ser observado em segurança a olho nu, por se tratar de um eclipse lunar.

Um eclipse lunar ocorre quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando a sua sombra sobre a superfície lunar. No caso de um eclipse parcial, apenas parte da Lua atravessa a zona mais escura da sombra terrestre, a umbra, enquanto a penumbra corresponde à zona exterior e mais clara da sombra.

Durante a passagem pela sombra da Terra, a Lua pode adquirir tonalidades avermelhadas, devido à forma como a atmosfera terrestre filtra e refrata a luz solar que chega à superfície lunar. O eclipse de 28 de agosto será parcialmente visível em Portugal, com o máximo do fenómeno às 05:12.

A observação integra a programação de verão do Centro Ciência Viva de Constância, que decorre até 15 de setembro e inclui sessões dedicadas à observação astronómica. O Centro, instalado no Parque de Astronomia, dispõe de planetário, observatório solar e observatório astronómico, promovendo regularmente atividades de observação do céu noturno.

O bilhete para a iniciativa tem um custo de três euros e é necessária marcação prévia. Os interessados podem obter informações através dos telefones 249 739 066 e 911 588 984 ou do endereço info@constancia.cienciaviva.pt.

O Centro Ciência Viva de Constância está localizado no Alto de Santa Bárbara, na Via Galileu Galilei, e desenvolve desde 2004 atividades de divulgação científica centradas sobretudo na astronomia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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