Foto: CMO

Encenada desde 1999, a “Via Sacra ao Vivo” regressou esta sexta-feira à vila medieval de Ourém, recriando as últimas passagens da vida terrena de Jesus Cristo, dramatizadas por cerca de 100 atores e figurantes locais.

O evento integrou o programa da Semana Santa de Ourém, que decorre até domingo de Páscoa, com um programa cultural aliado às cerimónias religiosas promovidas pela Paróquia de Nª Sr.ª das Misericórdias.

A entrada de Jesus Cristo em Jerusalém deu início a esta recriação bíblica, que percorreu as 14 estações da Via-Sacra até à crucificação de Jesus. “Esta Via-Sacra ao vivo, encenada desde 1999, é reconhecida como uma das melhores representações bíblicas no país”, afirma a autarquia.

A procissão, que todos os anos atrai centenas de pessoas ao centro histórico de Ourém, foi enriquecida com orações e cânticos religiosos e enquadrada no cenário monumental deste centro histórico classificado como Monumento de Interesse Público.

O município de Ourém fez-se representar pelo presidente da Câmara Municipal, Luís Miguel Albuquerque, e pelos vereadores Rui Vital e Micaela Durão. O programa das celebrações da Semana Santa de Ourém pode ser consultado AQUI.

A Via Sacra é organizada pelo Município de Ourém, Paróquia de Nª Sr.ª das Misericórdias e Junta de Freguesia de Nª Sr.ª das Misericórdias e conta com as participações da Sociedade Filarmónica Ouriense, Pousada Conde de Ourém, Bombeiros Voluntários de Ourém, Forças de Segurança Pública, Agrupamento de Escuteiros das Misericórdias, entre outros parceiros.

Fotos: CM Ourém

Semana Santa

O evento está integrado na Semana Santa, iniciativa que decorre de 13 a 20 de abril, com um vasto programa cultural aliado às cerimónias religiosas promovidas pela Paróquia de Nª Sr.ª das Misericórdias.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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