CEHLA assinala em Sardoal XX edição das Jornadas de História Local. Foto: mediotejo.net

O CEHLA – Centro de Estudos de História Local de Abrantes, projeto da Palha de Abrantes – Associação de Desenvolvimento Cultural, organiza na sexta-feira, em Sardoal, as XX Jornadas de História Local, numa sessão onde será também apresentada o número 42 da ‘Zahara’, revista de história local.

A sessão, que vai decorrer na sexta-feira, 24 de novembro, no Centro Cultural Gil Vicente, inclui a participação de vários historiadores e investigadores e o lançamento da edição n.º 42 da revista de história local ‘Zahara’, de periodicidade semestral e que o CEHLA publica ininterruptamente há 21 anos.

Esta edição apresenta artigos que versam o Centenário do Sporting de Abrantes; Legado Cultural de Luís Manuel Gonçalves; Achados Arqueológicos de Almourol; Um Construtor de Carroças de Mação; Abrantes e o RI2 na Guerra Colonial; O Nordeste do Distrito de Santarém nas Câmaras Eclesiásticas de Castelo Branco e Lisboa, nos sécs. XVI a XIX, entre outros.

Programa:

10h00 – Abertura dos trabalhos

10h15 – Arquivos Régios e Diocesanos e o seu Contributo para a Micro-história da Arte: Do Antigo Termo de Abrantes, à Barquinha, por Rui Manuel Mesquita Mendes, Historiador que colabora com o ARTis

11h30 – Evocação de Correia Pais, colaborador do CEHLA: Valorização dos filmes amadores e caseiros através de documentários interativos, por Arianna Mencaroni, da NOVA Media Lab/ICNOVA

14h00 – Apresentação do n.º 42 da Zahara, seguida da apresentação de outros livros com uma forte componente patrimonial, provenientes de alguns dos concelhos que estão no raio de ação do CEHLA

15h00 – AO.RI – Artes e Ofícios do Ribatejo Interior, por Conceição Pereira, da TAGUS, com a presença de artesãos dos concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal

16h00 – Experimentação e Socialização do Conhecimento, por Anabela Borralheiro Pereira e Rodrigo Melo Santos, do Museu/Município de Mação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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