Com 31 anos tornou-se treinador de um dos clubes com mais “peso” do futebol distrital, onde jogou durante oito épocas. Conhecem-no por Gaivoto, nome de família do lado materno, e com história no clube amiense, mas que não tem no seu cartão de cidadão. Rui Pedro da Silva Cardoso, tem 31 anos, é solteiro e vive na Louriceira.
O trajeto como jogador começou nas Escola de Futebol do Concelho de Alcanena, passando depois por Alcanenense, Académica de Santarém, onde jogou no Nacional de Juniores, Monsanto (3ª Nacional), Mirense (1ª Distrital de Leiria) e Amiense.
No inicio da época 2015-2016, para além de ser o Coordenador do futebol de formação do Amiense e treinador dos juvenis, era adjunto de Hugo Rafael no plantel sénior. O mau arranque de época dos encarnados levou à saída do treinador principal, tendo a Direcção do CDA pedido a Rui Gaivoto que garantisse a transição. O feed-back positivo dos jogadores e as alterações positivas no grupo de trabalho que operou com o seu trabalho, levou a que a Direcção do Amiense apostasse nele até final da época.
Desde logo assegurou que a equipa de Amiais de Baixo iria garantir a manutenção, o que veio a confirmar-se, validando como correta a aposta da Direcção.
A próxima época está a começar a ser preparada, havendo já renovações garantidas, passando agora a ser prioritário o capítulo das aquisições.
Rui Gaivoto e o balanço da época:
Perguntas rápidas:
1- Alguma equipa o surpreendeu ou encheu as medidas com o futebol que apresentou?
2- Alguma equipa que o tenha desiludido ou ficado aquém do que estava à espera?
3- Em termos individuais, pode apontar alguma figura do campeonato?
4- O melhor momento da época?
5- O pior momento da época?
6- No seu entender e pelo futebol jogado, Moçarriense, União Desportiva Abrantina e Rio Maior, foram efectivamente as equipas que mereceram descer de divisão?
7- Como avalia o desempenho da arbitragem nesta época?
A próxima época:
