Casa do Benfica em Abrantes organiza caminhada solidária a favor do CRIA. Foto: CBA

No próximo domingo, dia 31 de maio, os caminhos da região vão encher-se de solidariedade, desporto e convívio. A Casa do Benfica em Abrantes uniu-se ao lema “Caminhamos juntos por uma boa causa!” e está a organizar uma Caminhada Solidária, cujo valor de 1€ por inscrição reverte diretamente a favor do Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA).

A concentração e partida estão marcadas para as 07h45 na Estação de Alferrarede, local onde os participantes irão apanhar o comboio com destino a Mouriscas. É precisamente em Mouriscas que se dará o início da caminhada pedestre, que terminará na sede da Casa do Benfica em Abrantes.

Ao longo do percurso pela natureza, haverá ainda espaço para um lanche a meio do caminho para retemperar forças.

O preço de inscrição está fixado em 15,00€ e garante um programa completo para todos os participantes. Este valor já inclui o bilhete de comboio desde Alferrarede até Mouriscas, o lanche servido a meio do percurso e um almoço que será oferecido nas instalações da Casa do Benfica em Abrantes, além de um brinde exclusivo de recordação do evento.

Para além do apoio financeiro ao CRIA, a organização destaca que esta iniciativa visa promover o convívio, a atividade física e o bem-estar em contacto com a natureza.

As inscrições podem ser efetuadas até dia 30 de maio (sábado). Os interessados podem garantir o seu lugar ou obter mais informações através do contacto telefónico 241 405 286, do e-mail casa.benfica.abrantes@gmail.com, ou deslocando-se presencialmente à sede, situada na Rua Bobela da Mota, Nº 171 Chainça, em Abrantes.

A organização deixa o apelo para que todos tragam a família e os amigos, reforçando que cada passo conta e que, juntos, farão a diferença.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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