Casa do Benfica de Abrantes celebra 32.º aniversário com comitiva nacional e festa popular. Foto: CBA

A Casa do Benfica em Abrantes (CBA), uma das embaixadas mais modernas e dinâmicas do universo benfiquista a nível mundial, prepara-se para celebrar 32 anos de existência no próximo dia 15 de maio. Fundada oficialmente a 10 de maio de 1994, a instituição tem sido um pilar não só no apoio ao clube da Luz, mas também no panorama desportivo e social da região.

As celebrações têm início às 18h00, na sede da Casa do Benfica em Abrantes, com a atuação do Grupo de Cavaquinhos de Casais de Revelhos. O momento alto do protocolo institucional ocorre às 19h00, com a receção à comitiva oficial do Sport Lisboa e Benfica, que este ano será liderada por Domingos Almeida Lima, vice-presidente do clube, e Jorge Jacinto, Diretor das Casas do Benfica.

Ao longo das últimas três décadas, a CBA tem consolidado a sua posição como uma referência no associativismo local.

Sob a presidência de Jorge Batista, a CBA tem mantido uma forte aposta no desporto de formação, na proximidade com os sócios e com a comunidade, e no crescimento das suas valências.

A instituição é reconhecida pelo elevado número de associados e pela atividade constante, que vai desde o apoio ao clube nas diversas modalidades até à organização de eventos que movimentam a cidade de Abrantes.

Para além das figuras institucionais, a festa contará com a presença icónica da Águia Vitória e terá cobertura da Benfica TV, através do programa “Pelas Casas do Benfica”.

O programa festivo inclui o habitual porco no espeto, que será gratuito para os sócios da Casa. A noite culminará com o corte do bolo e os parabéns à instituição às 21h00, seguindo-se um momento de lazer com animação musical a cargo de DJs a partir das 22h00.

Com 32 anos de história, a Casa do Benfica de Abrantes reafirma-se como uma das coletividades mais vibrantes da região, unindo gerações em torno da mística encarnada.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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