O espetáculo na Chamusca marca os 50 anos do 25 de Abril e os 55 anos de carreira de Carlos Alberto Moniz. Foto: DR

No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, o cantor Carlos Alberto Moniz sobe ao palco do Cineteatro da Chamusca, no dia 24 de abril, pelas 21h30, para apresentar “Abril será sempre amanhã”.

O espetáculo reúne canções emblemáticas que fazem parte da memória de muitos portugueses numa homenagem à Revolução dos Cravos, um marco histórico em Portugal, e que marca também os 55 anos de carreira de Carlos Alberto Moniz.

Carlos Alberto Moniz, figura icónica da música portuguesa, destaca-se como um dos poucos artistas que viveram e cantaram os dias que antecederam o 25 de abril de 1974. Com um percurso musical marcado pela autenticidade e pela defesa dos valores de liberdade e justiça, o cantor traz ao palco uma fusão única de música açoriana, raízes culturais e um olhar atento ao presente e ao futuro.

Neste espetáculo, o cantor alia os 50 anos do 25 de Abril com a comemoração dos seus 55 anos de carreira. Carlos Alberto Moniz vai partilhar o palco com o Trio de Jazz de Hugo Carvalhais, Gabriel Pinto e João Gomes e terá como convidado Pedro Branco, filho do seu amigo e homem de abril, José Mário Branco, e Silvestre Fonseca, para o acompanhar nesta viagem pelas canções de abril.

Ao longo da sua carreira, Carlos Alberto Moniz criou uma relação transversal com o público, que o acarinha pela sua música, pelo seu trabalho em televisão, nomeadamente no que diz respeito aos programas para o público infantil, assim como pelo seu trabalho na rádio com as comunidades portuguesas além-fronteiras.

Os bilhetes para o espetáculo têm um custo de 2,50 euros e estão à venda na Ticketline (https://bit.ly/CarlosAlbertoMonizAbrilserásempreamanhã) e no Balcão Único do Município. Os jovens titulares de Cartão Jovem Municipal têm 50% de desconto.

Carlos Alberto Moniz. Foto: CMC

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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