Hugo Costa, reeleito presidente da Distrital do PS, quer unir a estrutura e combater populismos. Foto: PS

O atual líder e recandidato a presidente da Federação Distrital de Santarém do PS, Hugo Costa, quer “unir a estrutura do partido, combater populismos e preparar as próximas eleições autárquicas de 2025, que constituem o próximo grande desafio político”, anunciou o PS. As eleições para a distrital socialista estão marcadas para dia 28 de setembro.

A apresentação da candidatura de Hugo Costa, 40 anos, natural de Tomar, economista de formação, deputado e presidente da Assembleia Municipal de Tomar, decorreu no sábado, 7 de setembro, na sede da Federação do PS, em Santarém.

A sessão contou com as intervenções do presidente da mesa, Pedro Ribeiro (Almeirim), dos dois mandatários da campanha, Manuel Jorge Valamatos (Abrantes) e Sónia Sanfona (Alpiarça), três autarcas que presidem aos respetivos municípios, e ainda do diretor de campanha, Mário Balsa (Entroncamento), que Hugo Costa descreveu como um “pilar fundamental neste projeto”.

Candidato a presidente da Distrital do PS quer unir a estrutura e combater populismos. Foto: PS

“Quero que este seja um projeto de todos os militantes. Temos de saber sair das portas do partido, trazer novas pessoas e voltar ao verdadeiro espírito de camaradagem”, apelou Hugo Costa, que se recandidata à Federação do PS Santarém por “dever de compromisso e sentido de responsabilidade”.

Hugo Costa identificou as próximas eleições autárquicas de 2025 como o próximo grande desafio político lembrando que mesmo quando o partido não venceu a nível nacional ganhou no distrito. Atualmente, o PS governa em 12 dos 21 municípios do distrito.

“O PS não se candidata a nenhum concelho para perder. Vencer é uma prioridade distrital nos 21 concelhos”, enfatizou, anunciando que terão uma equipa de coordenação autárquica, de que será primeiro responsável.

No futuro garante que o PS continuará a defender as melhorias na ferrovia e a olhar com especial atenção para os temas da saúde, agricultura e ambiente.

Para Hugo Costa é urgente aproximar as pessoas da política, saber ouvir os seus anseios e comunicar de forma clara. “Não interessa continuarmos a falar com uma linguagem que muitos não compreendem”, alertou.

“A única resposta eficaz aos populismos e ao extremismo é através da resolução concreta dos problemas das pessoas”, defendeu Hugo Costa.

“Quem se sente abandonado ou privado dos meios necessários para cuidar de si e da sua família é, naturalmente, mais suscetível a ser conquistado por discursos fáceis e vazios. Temos muito trabalho pela frente para garantir que ninguém fique para trás. Juntos, com determinação e responsabilidade, podemos fazer a diferença”, frisou.

“Proximidade e competência – Ganhar 2025” é o lema da campanha que representa uma linha de continuidade com o projeto que vem sendo desenvolvido desde 2020.

“Quero que este seja um projeto de todos os militantes. Temos de saber sair das portas do partido, trazer novas pessoas e voltar ao verdadeiro espírito de camaradagem”, apelou Hugo Costa, que se recandidata à Federação do PS Santarém por dever de compromisso e sentido de responsabilidade.

Hugo Costa identificou as próximas eleições autárquicas de 2025 como o próximo grande desafio político lembrando que mesmo quando o partido não venceu a nível nacional ganhou no distrito.

“O PS não se candidata a nenhum concelho para perder. Vencer é uma prioridade distrital nos 21 concelhos”, enfatizou, anunciando que terão uma equipa de coordenação autárquica, de que será primeiro responsável.

No futuro garante que o PS continuará a defender as melhorias na ferrovia e a olhar com especial atenção para os temas da saúde, agricultura e ambiente.

Para Hugo Costa é urgente aproximar as pessoas da política, saber ouvir os seus anseios e comunicar de forma clara. “Não interessa continuarmos a falar com uma linguagem que muitos não compreendem”, alerta.

Candidato a presidente da Distrital do PS quer unir a estrutura e combater populismos. Foto: PS

A única resposta eficaz aos populismos e ao extremismo é através da resolução concreta dos problemas das pessoas, defende. “Quem se sente abandonado ou privado dos meios necessários para cuidar de si e da sua família é, naturalmente, mais suscetível a ser conquistado por discursos fáceis e vazios. Temos muito trabalho pela frente para garantir que ninguém fique para trás. Juntos, com determinação e responsabilidade, podemos fazer a diferença”, frisou.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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