Campeonato Amador Futsal Ribatejo inicia segunda edição feminina com a participação de oito equipas. Foto: CAFR

O Campeonato Amador Futsal Ribatejo (CAFR) arranca no sábado, 18 de outubro, com a segunda edição da liga feminina a contar com a participação de oito equipas da região. No total, estima-se que cerca de 130 atletas, com idades entre os 16 e os 45 anos, integrem a competição. A Liga Feminina futebol de rua | futebol 5 dá seguimento ao projeto inicial realizado em 2024-2025 pelas equipas fundadoras: Chamusca, Juventude Lapas, Riachense e Pego.

Depois de 13 anos de consolidação no setor masculino, o CAFR aposta agora no futsal feminino, refletindo o crescimento do número de clubes que trabalham esta vertente. Para esta época, estão confirmados os seguintes participantes: Juventude das Lapas (Torres Novas), CA Riachense (Riachos), Azinhaga AC (Santarém), Alhandra Sporting Club e CRC Forte da Casa (Vila Franca de Xira), GD Alcaravela e GD Os Lagartos (Sardoal) e Lobos do Carvalhal (Abrantes).

“O objetivo é incentivar a prática desportiva no feminino e criar novas oportunidades de participação”, destaca a organização. Em nota informativa, o CAFR, entidade organizadora, aponta a um total de cerca de 130 atletas, com idades entre os 16 e os 45 anos, a integrar a competição.

A liga distingue-se pelo seu modelo singular: jornadas mensais, sempre com quatro jogos, disputadas nos campos das equipas locais, independentemente do piso – pavilhão, relvado, pelado ou cimento. Isso implicará uma adaptação constante das equipas e da própria organização, que ajustará as regras do futsal às condições de cada recinto.

A jornada inaugural está marcada para o Campo Coronel Mário Cunha, em Riachos:

  • 15h00 – CA Riachense vs GD Alcaravela
  • 16h15 – Lobos do Carvalhal vs GD Os Lagartos
  • 17h30 – Juventude das Lapas vs Alhandra SC
  • 18h45 – CRC Forte da Casa vs Azinhaga AC

O acompanhamento do campeonato será feito através das páginas oficiais do CAFR no Facebook e Instagram, bem como no site www.cafribatejo.com. Estão ainda previstas transmissões em direto de jornadas pelo canal de YouTube da organização.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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