Os Caminhos da Água percorrem o Médio Tejo entre os dias 7 e 24 de julho. Na foto: Fogo, Fogo

Os Caminhos da Água, o terceiro ciclo do projeto Caminhos do Médio Tejo, vão atravessar os concelhos de Abrantes, Alcanena, Constância, Ferreira do Zêzere, Ourém, Mação, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha de 7 a 24 de julho, com muita música, circo contemporâneo, magia, teatro de rua e marionetas, entre muitas outras propostas.

Entre quinta-feira e sábado, de 07 a 09 de julho, os Caminhos da Água vão andar em Abrantes, com um espetáculo de circo contemporâneo dos Mutabilia a decorrer esta noite na Esplanada 1º de Maio, às 21h30, e na sexta-feira, às 23h45, os ‘Fogo Fogo’ levam a sua música ao Jardim das Rosas, em Torres Novas.

Já no sábado, dia 9 de julho, a programação é vasta e passa por muitos municípios da região:

– Em Alcanena, Os Jogos do Helder animam a Praia Fluvial dos Olhos D´Água, das 11h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, com jogos para toda a família.

– Em Abrantes, Gira Mundo, a proposta do Teatro Quadrilha, entra em cena no Parque Urbano de São Lourenço, às 11h00.

– Em Vila de Rei são várias as oportunidades para se divertir, entre as 16h00 e as 22h30, desde Fanfarra Bizarra, Da Cruz, Magic Clown, Diogo Duro e Mica Paprika, que animarão várias praias fluviais e o Parque da Ribeira da Vila.

– Em Ourém, por sua vez, Os Lavoisier pegam na tradição musical portuguesa e recriam-na no Anfiteatro dos Torreões na Vila Medieval, às 19h00.

Os Lavoisier atuam no sábado em Ourém. Foto: DR

Toda a programação está disponível AQUI com informação mais detalhada sobre cada espetáculo.

O projeto é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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