A Câmara de Torres Novas adjudicou por cerca de 720 mil euros a empreitada de construção de um edifício multifamiliar no centro histórico da cidade, com três pisos e seis apartamentos, direcionados para um segmento de arrendamento com custos controlados e acessíveis.
Em reunião de executivo foi aprovada a minuta de contrato e a adjudicação da empreitada “Construção de Edifício de Habitação Multifamiliar no gaveto da rua Atriz Virgínia com a rua dos Ferreiros” à empresa Gaia Pinto – Construções, Lda., pelo valor global de 718.029,75 euros (acrescido de IVA à taxa legal em vigor) e com um prazo de execução de 540 dias, indica o município, em nota de imprensa.
O edifício habitacional multifamiliar vai localizar-se num terreno com uma área de cerca de 432.25 m², propondo-se a construção de um edifício com três pisos de habitação e seis apartamentos de tipologias T2 e
T1, orientados para um segmento de arrendamento com custos controlados e acessíveis.
“A nível da construção é proposta uma estrutura corrente com o recurso ao sistema estrutural de pilar viga em betão armado, com paredes exteriores duplas e alvenaria de tijolo furado”, com “isolamento térmico, bem como o forro integral dos elementos em betão com poliuretano e alvenaria!, refere a mesma nota.
No que diz respeito a acabamento exterior das paredes foi proposta pedra calcária mantendo o embasamento do edifício e o uso do azulejo como revestimento das fachadas, com cobertura inclinada amansardada e revestida a telha plana.
No interior dos espaços privados propõe-se paredes e tetos acabados a estuque e pintados a tinta de cor branca e pavimentos em madeira. Já nos espaços comuns, como a entrada, circulação e escadas, estão previstos pavimentos em cerâmico. Todo o edifício e frações vão permitir a acessibilidade e permanência de pessoas com mobilidade reduzida.
Com esta empreitada, a Câmara Municipal indica pretender “dar continuidade à renovação do espaço urbano e valorização do centro histórico, através da melhoria das condições de habitação e da promoção de melhores condições de salubridade, defendendo que a melhoria das condições de habitação de custos controlados deve assentar no equilíbrio entre a escassez de recursos económicos e a salvaguarda da dignidade dos beneficiários”.

