Tomar avança com nova fase de candidaturas para cowork da Linhaceira. Foto: CMT

O município de Tomar lançou uma segunda fase de auscultação para utilização do Espaço de Cowork da Linhaceira, dirigido a empresas e trabalhadores independentes interessados em desenvolver atividade em ambiente colaborativo.

Segundo a autarquia, o espaço encontra-se concluído e em condições de funcionamento, pretendendo agora identificar interessados na utilização regular ou pontual das instalações.

O projeto foi concebido como um espaço de partilha de recursos e trabalho em rede, com o objetivo de contribuir para a dinamização económica e social da freguesia e do concelho, promovendo soluções de proximidade e inovação.

As manifestações de interesse devem ser submetidas através da plataforma online do município.

O anúncio surge pouco mais de um mês depois de o tema ter gerado debate na reunião do executivo municipal, com o vereador socialista Hugo Cristóvão a criticar a ausência de utilização do edifício e a defender a abertura imediata de inscrições.

Na altura, o socialista afirmou que o espaço estava “prontinho a funcionar”, equipado e preparado para receber utilizadores, alertando para o risco de degradação do edifício e defendendo que a abertura do cowork permitiria testar o interesse da comunidade.

Já o presidente da Câmara, Tiago Carrão (PSD), admitiu reservas quanto à viabilidade do modelo, referindo experiências anteriores de cowork no concelho que “não foram propriamente casos de sucesso”.

O autarca justificou o atraso com um processo de reflexão interna sobre o projeto, rejeitando motivações políticas na gestão do espaço e sublinhando que o executivo tem procurado honrar compromissos assumidos pela anterior governação.

Com a nova call lançada pelo município, cuja processo pode ser consultado AQUI, o executivo procura agora avaliar a adesão de empresas e profissionais ao espaço de cowork instalado na Linhaceira.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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