Episódios de poluição no rio Nabão preocupam município de Tomar. Foto: CMT

A Câmara Municipal de Tomar exigiu uma intervenção urgente das entidades competentes face aos episódios recorrentes de degradação da qualidade da água do rio Nabão, observados nas últimas semanas e que têm gerado preocupação junto da população.

Em comunicado, o município sublinha que o rio Nabão é “um elemento central do património ambiental, histórico e identitário do concelho”, cuja proteção constitui uma prioridade da governação liderada por Tiago Carrão.

Perante a situação, a autarquia refere ter desencadeado diligências imediatas junto das entidades com responsabilidades na monitorização, fiscalização e investigação de eventuais infrações ambientais, no âmbito das suas competências em matéria de ambiente, saúde pública e qualidade de vida.

Foram solicitadas reuniões institucionais, com caráter de urgência, ao Ministério do Ambiente e Energia, à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e ao Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, com o objetivo de obter esclarecimentos técnicos, avaliar o estado ambiental do rio, identificar eventuais fontes de poluição e definir um plano de atuação concertado.

Segundo a autarquia, esse plano deverá permitir a requalificação ambiental do curso de água e a prevenção de futuras ocorrências semelhantes.

A Câmara Municipal de Tomar manifestou ainda total disponibilidade para colaborar com todas as entidades envolvidas, disponibilizando informação, articulando esforços e participando ativamente na definição de soluções “eficazes e duradouras”.

No comunicado, o município garante que não se conformará com “explicações vagas” nem com a normalização de episódios de poluição, defendendo que a proteção do rio Nabão exige “respostas claras, atuação firme e responsabilidade partilhada”.

A autarquia assegura que continuará a acompanhar a situação de forma atenta, comprometendo-se a informar a população sobre a evolução do processo e a reafirmar o seu compromisso com a proteção ambiental, a transparência e o interesse público.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *