Moldura humana impressionante empurrou a equipa de Ferreira do Zêzere para a primeira divisão nacional de futsal, Foto: mediotejo.net

Bruno Gomes diz que sentiu necessidade de dar continuidade aos apoios que vinham sendo atribuídos pelos executivos anteriores. “Não podíamos de forma alguma agora ter uma atitude diferente ainda para mais quando o Sport Clube tem tido um desenvolvimento grande, quando a equipa de futsal chega à 1ª divisão” nacional, argumenta o autarca.

ÁUDIO | BRUNO GOMES, PRESIDENTE CM FERREIRA DO ZÊZERE:

Pelo que apurámos, mesmo assim, o valor dos 216 mil euros é mais baixo do que o atribuído em anos anteriores, uma vez que o Município corre o risco de ter falta de liquidez dado o aumento das despesas, por exemplo em energia e combustíveis, obrigando uma maior contenção orçamental.

A diferença, faz notar Bruno Gomes, “é que anteriormente não havia contrato-programa e o que a câmara fez foi colocar “preto no branco” o apoio”, uma decisão que teve de ser confirmada na Assembleia Municipal.

O presidente da Câmara ressalva que o apoio não se destina apenas ao futsal, mas sim a todas as outras modalidades como seja o futebol e o trail por exemplo e sobretudo visando estimular as áreas de formação.

Bruno Gomes acredita no retorno do investimento tendo em conta que o clube vai levar o nome de Ferreira do Zêzere pelo país, nos recintos onde vai jogar. Na reunião de Câmara, o autarca classificou o Contrato Programa como “equilibrado”.

Os dois eleitos da oposição, que acabaram por votat favoravelmente, criticaram o atraso no envio da documentação e lamentaram que o documento não tivesse sido melhorado em relação à primeira versão, considerando ter sido feito “em cima do joelho”.

“Estávamos à espera de um Contrato Programa muito melhor, muito mais elaborado, o que não se verifica”, criticou Hugo Azevedo (PSD-CDS), defendendo que Contratos Programa deste tipo devem ser enquadrados num regulamento municipal.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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