A Câmara da Sertã aprovou o seu Plano Municipal de Alterações Climáticas (PMAC), documento que estabelece a visão, objetivos e metas para o combate às alterações climáticas, bem como um conjunto de medidas de mitigação das vulnerabilidades identificadas a partir da análise climática do território.
“As alterações climáticas são um dos principais desafios com que a nossa civilização se confronta atualmente” referiu Carlos Miranda, presidente da Câmara Municipal da Sertã, que considera o PMAC um “instrumento fundamental de planeamento e mitigação das alterações climáticas no concelho”.
O autarca sublinha que “não podemos ignorar os constantes alertas que cientistas e outros especialistas nos fazem chegar há muitos anos. É urgente e necessário mudar o nosso paradigma de ação e os nossos comportamentos”.
“Pretendemos conservar e valorizar a identidade do concelho da Sertã em contexto de Alterações Climáticas, promovendo a implementação de medidas destinadas a incrementar a capacidade de resposta e resiliência da Sertã e dos sertaginenses, rumo a uma transição justa e a um concelho verdadeiramente sustentável a longo prazo”, finalizou o edil.
O PMAC corporiza as opções municipais em matéria de alterações climáticas, visando reduzir as fontes e aumentar os sumidouros de gases com efeito de estufa (GEE) e moderar, evitar danos ou explorar oportunidades benéficas resultantes das Alterações Climáticas.
Destina-se a agentes públicos, sociedade civil e restantes partes interessadas, assumindo uma abordagem de curto prazo (2030), em alinhamento com os períodos temporais das estratégias nacionais e regionais.
Após a sua publicação em Diário da República, seguir-se-á a fase da discussão pública por um período de trinta dias.
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