AHBVT Inicia novo mandato com Gonçalo Pereira à frente da Direção, Foto: AHBVT

No dia 9 de janeiro, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos (AHBVT) realizou a cerimónia de tomada de posse dos seus novos Órgãos Sociais para o mandato 2026-2028, com Gonçalo Pereira a assumir novamente a presidência da Direção, na sequência da sua reeleição no final de 2025, dando continuidade ao trabalho iniciado no mandato anterior.

Fundada a 5 de outubro de 1931, a AHBVT conta com quase um século de história ao serviço da população de Torres Novas, assumindo um papel central na resposta a situações de emergência, socorro e proteção civil, assente no voluntariado e no apoio dos seus associados.

A Direção agora empossada é presidida por Gonçalo Pereira, tendo como vice-presidente Júlio Clérigo e como tesoureiro Justino Rosa. João Trindade assume as funções de primeiro secretário e Luís Alberto Martins as de segundo secretário, integrando ainda este órgão os vogais Pedro Louro e Sérgio Neves, bem como os vogais suplentes Carla Correia, Ana Rita Almeida e Márcio Antunes.

A Mesa da Assembleia Geral passa a ser presidida por Luzia Serigado, acompanhada por Miguel Delgado como vice-presidente, contando ainda com Ana Filipa Braz e Renato Marçal nos cargos de primeiro e segundo secretário, respetivamente.

Já o Conselho Fiscal é liderado por Ana Teresa Correia, com Rui Ferreira no cargo de secretário e Nuno Nunes como relator, integrando ainda Vera Carola como suplente.

A cerimónia de posse marcou o início formal de um novo ciclo para a associação, reforçando a estabilidade institucional e a confiança dos associados na atual liderança.

A continuidade de Gonçalo Pereira à frente da Direção reflete a aposta numa gestão sustentada, na modernização da corporação e no fortalecimento da ligação à comunidade, mantendo os valores humanitários e de serviço público que têm caracterizado os Bombeiros Voluntários Torrejanos ao longo da sua história.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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