Bombeiros Torrejanos assinam protocolo para instalar posto avançado em Casais da Igreja. Foto: AHBVT

Os Bombeiros Voluntários Torrejanos vão formalizar esta terça-feira, 7 de julho, a instalação de um posto avançado em Casais da Igreja, através da assinatura do protocolo de cedência das instalações da antiga Escola de Infância daquela localidade.

A cerimónia está marcada para as 14h30 e resulta de um acordo entre a Associação Recreativa e Cultural de Casais da Igreja e a Junta de Freguesia de Assentis, que cedem o edifício à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos. O processo contou ainda com a participação do Serviço Municipal de Proteção Civil de Torres Novas.

Segundo os Bombeiros Voluntários Torrejanos, a criação deste posto avançado permitirá aproximar os meios de socorro da zona norte do concelho, reduzindo os tempos de resposta às ocorrências, sem comprometer a capacidade operacional no restante território. A reorganização dos meios pretende assegurar uma distribuição mais eficiente dos recursos disponíveis e reforçar a segurança das populações.

A corporação esclarece, contudo, que a viatura afeta ao posto avançado não permanecerá de forma permanente em Casais da Igreja. O seu posicionamento dependerá dos períodos de maior risco de incêndio rural, das condições meteorológicas e das necessidades operacionais definidas pelo Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil.

Os Bombeiros sublinham ainda que a abertura do posto avançado não altera os procedimentos para solicitar socorro. Em caso de emergência, a população deverá continuar a contactar o Quartel-Sede dos Bombeiros Voluntários Torrejanos ou o número europeu de emergência 112, sendo os meios destacados através dos canais oficiais de despacho.

A cerimónia de assinatura do protocolo decorre nas instalações da antiga Escola de Infância de Casais da Igreja, futuro posto avançado da corporação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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