Cada equipa (EIP) é constituída por cinco elementos e é altamente especializada. Foto ilustrativa: Daniel Rocha

Segundo o acordo estabelecido entre a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Gavião e a Câmara Municipal de Gavião bem como com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o financiamento da Equipa de Intervenção Permanente é assegurado, em partes iguais, pela Câmara Municipal, ou seja 50%, e pela ANEPC, num custo de 2237 euros (mensal) mais Segurança Social, seguro e subsídio de férias e de natal, relativo aos cinco novos elementos admitidos.

A decisão implicou a redução do subsídio municipal atribuído aos Bombeiros de Gavião de 9 mil euros mensais para 7,5 mil euros mensais, valor que foi ratificada na quarta-feira, 6 de julho, em reunião de Câmara Municipal.

As EIP são equipas formadas por cinco bombeiros profissionais, que se destinam ao cumprimento de missões no âmbito da Proteção Civil. Os bombeiros que integram estas equipas são caracterizados pela elevada especialização, com competências em valências diferenciadas para atuarem em diferentes cenários.

A EIP destina-se ao cumprimento de missões de socorro e prontidão no âmbito da proteção civil, entre as quais, combate a incêndios urbanos e florestais, auxilio às populações em caso de acidentes ou catástrofes, assistência, em segunda intervenção, no âmbito da urgência pré-hospitalar, e minimização de riscos em situações de ocorrência de acidente grave.

Os protocolos, celebrados entre a ANEPC, as Câmaras Municipais e as Associações Humanitárias de Bombeiros, visam melhorar a eficiência da Proteção Civil e as condições de prevenção e socorro face a acidentes e catástrofes.

A gestão das duas EIP é da responsabilidade dos Bombeiros Voluntários de Gavião.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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