Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes. Foto: CMTN

A conferência «1525 – Os 500 anos das Cortes de Torres Novas e o contrato de casamento de Isabel de Portugal com o Imperador Carlos V», que terá como oradora Ana Isabel Buescu, irá realizar-se no sábado, 24 de maio, às 21h00, na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes, em Torres Novas. A conferência integra o evento “Memórias da História”, que regressa de 29 de maio a 1 de junho, e que será dedicado ao tema “Torres Novas no Tempo de Camões”. 

Ana Isabel Buescu, doutora em História, é professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Investigadora integrada do Centro de Humanidades (CHAM/UNL) da mesma Faculdade.

Trabalha em História Moderna (séculos XV-XVIII), em particular os domínios da história cultural e das mentalidades, sistemas de representação — corte e cultura de corte nos séculos XV e XVI; rituais e cerimónias da monarquia; educação de príncipes; história das mulheres; livrarias na época moderna e história biográfica.

Além de artigos em revistas académicas nacionais e estrangeiras, publicou vários livros entre os quais as biografias de D. João III; «Catarina de Áustria. Infanta de Tordesilhas, Rainha de Portugal»; «D. Beatriz de Portugal. A Infanta Esquecida»; «A livraria renascentista de D. Teodósio I, duque de Bragança»; e «Na Corte dos Reis de Portugal. Saberes, Ritos e Memórias. Estudos sobre o século XVI».

A conferência esteve inicialmente agendada para o dia 17 de maio, mas foi adiada para este sábado.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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